sábado, 16 de junho de 2012

16/06/2012 - Fazendo um Check-Up da Alma


Sl. 126

1. Olhando para o passado com gratidão
“Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então, entre as nações se dizia: Grandes coisas o Senhor tem feito por eles. Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós; por isso, estamos alegres” (v. 1-3).
Jerusalém havia sido cercada, invadida, saqueada e ferida pelos caldeus. Nabucodonosor impiedosamente feriu à espada homens, mulheres e crianças. Muitos, entrincheirados, morreram de fome e sede antes de serem esmagados pela truculência babilônica. O povo hebreu foi arrastado como um bando de animais para a Babilônia dos ídolos e da feitiçaria. Setenta anos se passaram e Deus abriu-lhes a porta da prisão, quebrou-lhes os grilhões de ferro, e eles voltaram para a sua terra, reconstruíram o templo, resgataram seus sonhos e continuaram servindo ao Deus vivo.
A libertação milagrosa do povo hebreu do cativeiro babilônico foi uma intervenção portentosa de Deus além das expectativas do povo (v. 1), um testemunho entre as nações (v. 2) e um motivo de grandiosa e exultante alegria (v. 3). De igual modo, quando olhamos para o passado, contemplamos também a obra libertadora de Deus em nossa vida. Ele nos libertou do império das trevas. Ele quebrou os grilhões do pecado que nos mantinha cativos. Ele decretou a nossa alforria e a nossa libertação. Hoje somos livres para servirmos ao Senhor.

2. Olhando para o presente com clamor 
“Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe” (v. 4).
O Salmista celebra o passado, mas roga a intervenção divina no presente. As vitórias de ontem não servem para nos conduzir em triunfo hoje. A vida do povo estava árida como o deserto do Neguebe. A sequidão havia tomado conta do mesmo povo que estava exultante no passado.
O Salmista não se acomoda; ele clama por intervenção divina. Ele sabe que a crise não é final. Ele sabe que Deus ainda pode intervir. Ele sabe que só Deus pode reverter a situação. Ele sabe que Deus pode fazer o deserto florescer. Ele sabe que rios caudalosos podem rasgar as entranhas do deserto e onde a morte mostrava sua carranca surgir um belo cenário de vida. Por isso ele ora e clama, dizendo: “Restaura Senhor, a nossa sorte, como as torrentes do Neguebe”. Hoje, ainda, Deus pode fazer o deserto florescer. A sequidão espiritual pode acabar. Rios de água viva podem fluir do seu interior. Sua vida pode reverdecer e frutificar para a glória de Deus. Um avivamento glorioso pode visitar sua alma e fazer de você um jardim engrinaldado de flores e um pomar de deliciosos frutos para Deus.

3. Olhando para o futuro com expectativa
“Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (v. 5,6).
O Salmista não pensa numa vida abundante apenas para si mesmo, ele quer ser um semeador. Ele está disposto a sair ainda que com lágrimas semeando a boa semente. A semeadura exige esforço e determinação. O semeador precisa sair e andar. Muitas vezes o semeador rega o solo com suas próprias lágrimas. Mas, não há semeadura sem colheita nem lágrimas sem júbilo nessa bendita empreitada. A semeadura é com lágrimas, mas a colheita é certa e com júbilo.

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.

1 Coríntios 13:1-7
Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei.

Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.

Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.

O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.

Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei.

Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.

Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.

O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:1-