Sl. 126
1. Olhando para o passado com
gratidão
“Quando o
Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. Então, a nossa boca
se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então, entre as nações se
dizia: Grandes coisas o Senhor tem feito por eles. Com efeito, grandes coisas
fez o Senhor por nós; por isso, estamos alegres” (v. 1-3).
Jerusalém
havia sido cercada, invadida, saqueada e ferida pelos caldeus. Nabucodonosor
impiedosamente feriu à espada homens, mulheres e crianças. Muitos,
entrincheirados, morreram de fome e sede antes de serem esmagados pela
truculência babilônica. O povo hebreu foi arrastado como um bando de animais
para a Babilônia dos ídolos e da feitiçaria. Setenta anos se passaram e Deus
abriu-lhes a porta da prisão, quebrou-lhes os grilhões de ferro, e eles
voltaram para a sua terra, reconstruíram o templo, resgataram seus sonhos e
continuaram servindo ao Deus vivo.
A
libertação milagrosa do povo hebreu do cativeiro babilônico foi uma intervenção
portentosa de Deus além das expectativas do povo (v. 1), um testemunho entre as
nações (v. 2) e um motivo de grandiosa e exultante alegria (v. 3). De igual
modo, quando olhamos para o passado, contemplamos também a obra libertadora de
Deus em nossa vida. Ele nos libertou do império das trevas. Ele quebrou os
grilhões do pecado que nos mantinha cativos. Ele decretou a nossa alforria e a
nossa libertação. Hoje somos livres para servirmos ao Senhor.
2. Olhando para o presente com clamor
“Restaura,
Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe” (v. 4).
O Salmista celebra o passado, mas roga a intervenção divina no
presente. As vitórias de ontem não servem para nos conduzir em triunfo hoje. A
vida do povo estava árida como o deserto do Neguebe. A sequidão havia tomado
conta do mesmo povo que estava exultante no passado.
O Salmista não se acomoda; ele clama por intervenção divina. Ele
sabe que a crise não é final. Ele sabe que Deus ainda pode intervir. Ele sabe
que só Deus pode reverter a situação. Ele sabe que Deus pode fazer o deserto
florescer. Ele sabe que rios caudalosos podem rasgar as entranhas do deserto e
onde a morte mostrava sua carranca surgir um belo cenário de vida. Por isso ele
ora e clama, dizendo: “Restaura Senhor, a nossa sorte, como as torrentes do
Neguebe”. Hoje, ainda, Deus pode fazer o deserto florescer. A sequidão
espiritual pode acabar. Rios de água viva podem fluir do seu interior. Sua vida
pode reverdecer e frutificar para a glória de Deus. Um avivamento glorioso pode
visitar sua alma e fazer de você um jardim engrinaldado de flores e um pomar de
deliciosos frutos para Deus.
3. Olhando para o futuro com expectativa
“Os que
com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto
semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (v. 5,6).
O Salmista não pensa numa vida abundante apenas para si mesmo, ele
quer ser um semeador. Ele está disposto a sair ainda que com lágrimas semeando
a boa semente. A semeadura exige esforço e determinação. O semeador precisa
sair e andar. Muitas vezes o semeador rega o solo com suas próprias lágrimas.
Mas, não há semeadura sem colheita nem lágrimas sem júbilo nessa bendita
empreitada. A semeadura é com lágrimas, mas a colheita é certa e com júbilo.
Ainda que
eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino
que ressoa ou como o prato que retine.
1 Coríntios 13:1-7
Ainda que
eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e
tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei.
Ainda que
eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado,
mas não tiver amor, nada disso me valerá.
O amor é
paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não
maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda
rancor.
O amor
não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo
sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei.
Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:1-
Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei.
Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:1-